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CBTC conclui estudo que simplifica o método de transplante de células-tronco em pacientes com lesões raquimedulares

Captura de Tela 2017-05-18 às 16.41.45As lesões raquimedulares traumáticas constituem um grave problema de saúde pública, frequentemente acometendo indivíduos em idade produtiva e levando a graus variados de incapacidade. As células-tronco são uma grande promessa para o tratamento de lesões medulares. As células mesenquimais vem sendo amplamente estudadas neste contexto e apresentam diversas vantagens, se comparadas com outros tipos de células-tronco. Dentre estas vantagens, as células mesenquimais podem ser obtidas do próprio paciente para uso autólogo. Em estudos prévios, realizados pelos pesquisadores do CBTC, demonstrou-se a segurança do transplante de células mesenquimais em pacientes paraplégicos em decorrência de lesões raquimedulares crônicas. Além disso, os pacientes acompanhados apresentaram diferentes graus de melhora neurológica. No entanto, o procedimento para administração das células até então era de alta complexidade, uma vez que era realizado através de uma cirurgia aberta para injeção das células diretamente no local da lesão medular. Em trabalho publicado na revista Cytotherapy, da Sociedade Internacional de Terapia Celular (ISCT), pesquisadores do CBTC demonstram que a técnica para administração de células-tronco mesenquimais diretamente no local da lesão pode ser substituída por um método simplificado e menos invasivo, sem necessidade de cirurgia aberta, que consiste na injeção através da pele guiada por imagem de tomografia computadorizada. Neste estudo piloto, que incluiu cinco pacientes, o novo procedimento se demonstrou seguro, além de reduzir o tempo de internação, riscos associados e custo do procedimento.

Saiba mais através do link:

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1465324917306229

 

CBTC conclui estudo que simplifica o método de transplante de células-tronco em pacientes com lesões raquimedulares

 

As lesões raquimedulares traumáticas constituem um grave problema de saúde pública, frequentemente acometendo indivíduos em idade produtiva e levando a graus variados de incapacidade. As células-tronco são uma grande promessa para o tratamento de lesões medulares. As células mesenquimais vem sendo amplamente estudadas neste contexto e apresentam diversas vantagens, se comparadas com outros tipos de células-tronco. Dentre estas vantagens, as células mesenquimais podem ser obtidas do próprio paciente para uso autólogo. Em estudos prévios, realizados pelos pesquisadores do CBTC, demonstrou-se a segurança do transplante de células mesenquimais em pacientes paraplégicos em decorrência de lesões raquimedulares crônicas. Além disso, os pacientes acompanhados apresentaram diferentes graus de melhora neurológica. No entanto, o procedimento para administração das células até então era de alta complexidade, uma vez que era realizado através de uma cirurgia aberta para injeção das células diretamente no local da lesão medular. Em trabalho publicado na revista Cytotherapy, da Sociedade Internacional de Terapia Celular (ISCT), pesquisadores do CBTC demonstram que a técnica para administração de células-tronco mesenquimais diretamente no local da lesão pode ser substituída por um método simplificado e menos invasivo, sem necessidade de cirurgia aberta, que consiste na injeção através da pele guiada por imagem de tomografia computadorizada. Neste estudo piloto, que incluiu cinco pacientes, o novo procedimento se demonstrou seguro, além de reduzir o tempo de internação, riscos associados e custo do procedimento.

Saiba mais através do link:

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1465324917306229

Pesquisadores do CBTC identificam molécula com potencial para o tratamento da cardiopatia associada à doença de Chagas

A doença de Chagas, causada pelo parasito Trypanosoma cruzi, permanece como um problema de saúde pública, afetando cerca de sete milhões de indivíduos, principalmente nos países sul-americanos. Aproximadamente 25% dos indivíduos infectados passam a apresentar um comprometimento crônico e progressivo da função cardíaca. Já é sabido há muitos anos que, na doença de Chagas, a lesão cardíaca é provocada tanto pelo parasito quanto por células da resposta imune. Atualmente, o tratamento disponível é direcionado para eliminar o parasito, sendo eficaz apenas se aplicado durante da fase aguda da doença. Uma vez que não existe cura após o estabelecimento da fase crônica, há uma necessidade de desenvolvimento de novos medicamentos ou terapias que atuem sobre o parasito ou que promovam a redução da inflamação e fibrose cardíaca, prevenindo a disfunção cardíaca. Em trabalho publicado na revista Scientific Reports, do grupo Nature, pesquisadores do CBTC identificaram, através de estudos experimentais, que a molécula dimetil esfingosina (DMS) é capaz de promover redução da inflamação e fibrose cardíaca ao mesmo tempo que atua diretamente contra o parasito. O tratamento com o DMS foi introduzido em animais infectados com Trypanosoma cruzi durante a fase crônica e se mostrou eficaz. O mecanismo de ação do DMS já era conhecido previamente, consistindo na inibição da esfingosina, um lipídeo presente na membrana das células. A inibição desta via leva à redução da ativação e migração de células imunes e, por esta razão, drogas com atuação semelhante ao DMS estão sendo indicadas para o tratamento de doenças autoimunes, como a esclerose múltipla. O que os pesquisadores observaram, no entanto, é que o DMS também induz alterações no parasito, comprometendo a sua sobrevivência. Além disso, nos experimentos, demonstrou-se que o DMS estimula a eliminação do parasito pelas células do sistema imune, através da ativação da via do inflamasoma. Os dados sugerem que o tratamento com DMS regula vias importantes que podem ser o alvo para o desenvolvimento de novos fármacos para pacientes crônicos com doença de Chagas.

Acesse o artigo completo, por meio do link:

https://www.nature.com/articles/s41598-017-06275-z